Camila Fremder

Nasci em São Paulo, mais precisamente no dia 18 de novembro de 1981. Sou formada em propaganda e marketing e pós-graduada em roteiro para TV e cinema.

Nunca achei que fosse virar escritora, mas tudo começou em 2007 quando resolvi fazer um blog de crônicas e criei o “Parece filme, mas é vida mesmo…”. Em 2009 tive a surpresa de ter seis textos meus publicados em um livro que lançava novos autores, chamado Prólogo#1, foi aí que peguei gosto pela coisa até que o “Parece filme, mas é vida mesmo…” virou livro em 2011.

Nesse meio tempo comecei a desenvolver conteúdo para empresas, revistas, sites e blogs, além de roteiros para diversas produtoras. Pois é, também nunca achei que fosse virar roteirista.

Já escrevi para muitas revistas femininas, como TPM, Harpers Bazaar e Glamour, onde tive uma coluna por 4 anos.

No final de 2013, em parceria com a amiga Jana Rosa, lancei o livro “Como ter uma vida normal sendo louca” e depois em 2015 o livro “Enfim, 30”.

Adoro o que faço e nesse site você pode acompanhar meus textos, novos trabalhos e um pouco do que me inspira.

 

  • Jornal Meio e Mensagem

    Jornal Meio e Mensagem

    Março de 2014

    Entrevista para o Iba

    Entrevista para o Iba

    Janeiro de 2014

  • Entrevista no Jô Soares

    Entrevista no Jô Soares

    Dezembro de 2013

    Programa Fátima Bernardes

    Programa Fátima Bernardes

    Dezembro de 2013

  • O Globo

    O Globo

    Dezembro de2013

    Revista Veja SP

    Revista Veja SP

    Novembro 2013

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E-mail – camila.fremder@gmail.com

Camila Fremder

Cidadania Marciana

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TEXTO 13 DA MARATONA DE 30 TEXTOS – CAMI E JANA

Cidadania Marciana, quem descola? Amigos, tem água lá, o que que a gente tá esperando? Não sei vocês, mas eu moro em São Paulo e em pleno setembro ele já me passou o recado de que o verão aqui não vai ser fácil… Fora que eu moro num prédio antigo, que não deixa por aquele ar condicionado que a “bundinha” fica pra fora do prédio, não, não pode. Pra ter ar em casa a gente precisa fazer uma obra que quebra o teto em vários locais, ou seja, calor + obra = a pesadelo, não sei vocês, mas eu particularmente acho muito mais prático fazer a mala e ir pra Marte.

Lá é fresquinho… Tá, é um frio da porra, mas o que não tem em locais onde o frio é da porra? Baratas, pernilongos, moscas… Vamos embora! Lá não tem gente que liga pra dizer, “Camila, tá o maior sol, por que você tá trancada em casa?” Melhor ainda, lá não tem ninguém! A gente só precisa de uma rede de wifi pra mandar fotos para os parentes e ver Neteflix. Tá, a água é salgada e aparentemente vamos precisar de um pessoal que manje de dessalinização – e foi muito difícil escrever essa palavra, imagina só fazer o trampo todo – mas tudo bem, eu super cozinharia para esse pessoal.

Eu nunca consegui responder qual livro eu levaria para um ilha deserta, simplesmente porque não tenho a menor vontade de ir para uma ilha deserta passar calor e ficar matando insetos com livradas, mas pra Marte a lista tá pronta. Me chama, NASA!

marter400